Hulla Hulla

“A gente quer consumir de outro jeito. Somos uma produção pequena, sem pressa e que acredita no tempo do organismo e não da máquina. A gente sabe que não dá ainda pra fazer tudo exatamente do jeito que a gente gostaria – a nossa ideia é ir alargando essas fronteiras. Por hora, por exemplo, não temos escala para adquirir matéria-prima de origem sustentável: assim que a perna tiver esse tamanho, é o primeiro passo que a gente vai dar.

              Faz parte do impulso Hulla-Hulla fazer o melhor que for possível com o que tiver disponível, olhando pra nossa produção como quem acredita que a sazonalidade faz sentido em todos os aspectos da vida. Por isso, o que podemos fazer, fazemos: utilizamos refugos da indústria têxtil e resignificamos acessórios e tecidos nas nossas roupas. Isso é importante saber: em função disso, além de produzirmos sempre pouquíssimas peças, vai ser muito comum que você encontre peças únicas. Únicas na cor do tecido, únicas na cor de um zíper, de um cadarço, de um detalhe. A gente sempre vai te avisar se tiver alguma diferença entre a sua peça e a foto (a peça da foto pode ter um cadarço cinza escuro e o seu ser cinza claro, por exemplo).

             Além disso, sempre pesquisamos com nossos fornecedores a durabilidade dos tecidos: queremos que sua peça dure bastante. A ideia é consumir menos e melhor. Nesse sentido, sempre que pudermos dar mais de uma função à mesma peça, daremos. É dessa ideia que surgiram as jaquetas corta-vento e bomber de chantum, por exemplo: são bem levinhas e versáteis, funcionam em todas as estações do ano e são dupla-face, ou seja, são duas peças em uma só. Já gostamos do que fazemos, e vamos construindo a aproximação do nosso horizonte utópico a cada etapa. E logo vamos conseguir incluir uma ação muito legal e importante na nossa política ambiental: fique ligade!”

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